Helô Mello, artista visual, é formada em Comunicação Social na FAAP e MBA com ênfase em Marketing na FIA, Fundação Instituto de Administração.

Dedica-se à fotografia contemporânea, especialmente à temática do tempo e memória, retomando arquivos anônimos e familiares e paisagens inventadas, temas voltados ao meio ambiente, conflitos e minorias.

 
 
 

Desenvolve pesquisa experimental na área da fotografia destacando intervenções sejam elas na captura das imagens (negativo de vidro, filmes vencidos, entre outras), manipulações digitais como também no suporte (lixa, colagem, tinta, etc). Incorpora os acasos como estratégia criativa nos seus processos de trabalho artístico.

 

Realizou a exposição individual “Horizonte Suspenso” na Galeria Zipper, em outubro de 2019, com curadoria de Eder Chiodetto. No livro “Imagens – Ocasiões” de George Didi-Huberman, editora Fotô estão publicadas duas imagens de suas series fotográficas: “Arqueologia 8” e “Resgate do Tempo 9”.

 

Foi selecionada para a leitura de portfolio durante o V Fórum Latino Americano de São Paulo em junho de 2019, expôs na DOC Galeria, com a curadoria de Eder Chiodetto e Fabiana Bruno em 2017 com a serie “Arqueologia da Não Memória e teve seu vídeo veiculado no evento “Tiradentes em Pauta” em 2017.

 

Se dedica a estudos artísticos participando da formação anual Curso de Edición fotográfica y narrativa visual 2. com Gonzalo Golpe na Lens Scuela de Artes Visuales em Madri, da residência artística internacional ACHO-Imagens e suas metamorfoses feitiços e fabulações dos arquivos, e grupos de estudos e de leitura no Ateliê Fotô dirigido por Eder Chiodetto e Fabiana Bruno.

 
 
 
 

Créditos
Imagens autorais
Texto autoral
Texto Eder Chiodetto e Fabiana Bruno
Design
Silvia Ribeiro

 
 

O sonho se ramificou em outro sonho antes que eu acordasse. Atlas, de Jorge Luis Borges com Maria Kodama.

para minha mãe Heloisa, Eduardo, Laura, Tereza, Benjamin, Stella e João, pois nossos sonhos nunca terminam

 
 
 
 

Para semear e colher sonhos.
Imagens são fantasmas. Têm o poder de escavar memórias e trazer outros futuros. Nesses dois anos costurei sonhos tão artesanais e passageiros como as jabuticabas que brotam no pé.
Sonhos são sem nexo, fluidos, se perdem e se recompõem. Navegar no site é poder se descobrir, recriar o seu próprio mundo imagético, construir o seu SOGNARIUM, acessar memórias esquecidas nas raízes do porão, que se reinventam e se modificam. Helô Mello